OFICINAS CULTURAIS ITINERANTES SINFONIA DE CAES EM PARCERIA COM O CICAS -
Centro independente de cultura alternativa social
DIA 1º DE JUNHO - DOMINGO
FINALIZAÇÃO DAS OFICINAS DO MÊS DE MAIO
CINEMA X INTERFERENCIA SOCIAL
14:00 às 15:00 – Atividade externa
15:30 –Show da banda Ingravida (ARG)
16:00 – Exibição dos filmes:
Ilha das Flores
Mudanças Climáticas
Duto das Águas
Periferias Paulistas
Oficinas culturais 2007
Un Reloj Cien Cueros (ARG)
Falcão - Meninos do Tráfico (MV Bill)
18:00 – Sarau Literário
O Verbos Curtos__Viola na Vela é um sarau literá¡rio apresentado por Humberto (Bebeto) Fonseca e meu grande hermano Maicknucle
aR desde 2007 no CICA'S, fazendo uma ponte com o Sinfonia de Cães, desenvolvendo novas culturas e fazendo o mescla, buscando sempre levar a poesia e a música para uma nova aptidão das pessoas em relação a escrita, a poesia, entre outras visões da literatura.Buscamos sempre levar a arte independente para diversos lugares da cidade, e fazendo assim também a divulgação do CICA'S.
Centro Independente de Cultura Alternativa e' Social
TRAGA UM LIVRO PARA ABIBLIOTECA INDEPENDENTE
Local:CICAS-Centro Independentede Cultura Alternativa Social
Av. do Poeta s/n Pça João Penido Burnier
5 Min. ponto final do ônibus, Panificação GASPAR,
como chegar:
Pça do Correio
Vl. Sabrina2181/1156/2182
Metro Tucuruvi(lotação Vila Sabrina)
Metro Belém(Lotações: Jardim Brasil, Jaçanã)
Metro Tatuape (lotaçoes: Jardim Brasil, Jacanã)
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O Rio Que Desce
Na madruga...
A mente dança valsa,
A caneta acompanha os passos.
O sono nao me acompanha,
Nas teclas agora vou dando espaço...
Para por em ordem... a minha...
Insistente busca de verbos,
Neste português que tanto erro...
E ouso falar...
Como se soubesse de tudo,
Por querer coisas novas,
Por querer ser um movimento simples...
Um passo seu para mim ser feliz.
Acompanhada de suas indiscutiveis risadas,
Parece um rio que uni os tementes...
Com medo de se molhar...
Nas corredeiras que sem perceber o leva...
Vai, continua descendo...
Cuidado!
Pule do barril antes da cachoeira,
Irás cair e com muita água na cabeça...
__ Tudo bem... Estou lavando a alma...
Você pode atrofiar sua vida?
__ Quem disse?
O rio que desce.
Humberto fonseca
http://www.periferiaspaulistas.blogspot.com/
quinta-feira
terça-feira
SiNfOCiCa'S
RADIO CÃO N.10 com
VINCEBUZ
30 May 2008 Mogi das Cruzes-SP - Divina Comédia Barcom: GIVE ME A BREAK / INGRAVIDA (da Argentina)
15 Jun 2008 JABAQUARA - KOOL METAL FESTcom GENGHIS TRON (dos EUA) / GARAGE
FUZZ / / /myspace.com/vincebuzfuzzrock
A Rádio CÃO manda seu primeiro programa gravado no estúdio do CCJ com a banda VINCEBUZ, mostrando temas de seu segundo disco do final de 2007.
"Do Dezembesto a Derrocada", mais uma versão inédita de mais de 10 minutos para a música que da nome ao disco ao vivo do programa, com participação de Ricardo Faller, guitarrista do Água Pesada. Os caras contam como foi a tour argentina na virada do ano onde lançaram o CD, as gravações que fizeram por lá e os planos para esse ano. ESCUTE AKÍ:http://escuta.estudiolivre.org/?p=538
POESIA MALOQUEIRISTA

quinta-feira
segunda-feira
Quem Canta Seus Males Espanta...
Coisas fora da faixa de idade, proibidas, fazem bem, elas encontram-se mais soltas do que nunca, e com rufadas em imigrações de cultuínas virtudes densas, ou violentas promessas que acabaram, tanto faz como tanto fez, isso que dizemos sobre o talvez...
Talvez, eu tivesse mesmo que partir para novas revoadas, feito passarinho, em distrações que augurariam medonhos, panacosos! Impacientes dos seus adultérios até em amizade inventada, "para que veja tamanha pilantragem", vem querer predizer aqui não moço, pelo amor dos nossos santos filha das putas! Quer dizer antes ou anunciar com antecedência? Os profetas te aguardam, José dos latrócinios baratos em queijos do rato fresco...
Tenho minhas vontades abaixo dos pés, "minha mente é mais que meu corpo" já me disse uma amiga, e quando ela quer pedir quem resolve é a mente, ser fotogénico não faz parte da minha rotina em desfama, vou restringir essa frase.
Ando nas limitações, contraindo doença que ataca os órgãos, flautas, e os trombones alheios não satisfaz esses ouvidos cheios de cera pelas abelhas que ferro-eis... Vão se foder com essa colmeia de repressão e rainha de baile gay...
Sei que não basta ser brasileiro aqui, tem que ser um bom jogador, fazedor de truques driblelícos, ou matar a verdade que se esconde por varas-curtas em Fórum de anti justiça, o anónimo vai rapidamente a cadeia, estou preso, e nada vale meus costumes, o feito é para atrair maneiras anti-salvadoras e comércios sublimares...
__ Ele vai ser perdoado, tá bom! Ainda assim pegarei um alicate para que arranque suas unhas...
Meu peito é capaz de carregar milhões de emoções, evadir-se dos locais sempre perfurado, sangrando, ou com uma descontentação mediante ao encontros que me levam os olhares... E ao fundo ele raspa a sujeira, e manda o coração bombear tudo, sujando meu sangue com energia podre, capaz de sufocar o brilho do qual quero descarregar por estas bandas maltratadas de mãos sentimentais...
Tenho que apurar-me, abusar de contrações, engrandecer a perfeição que não é possível... Mas os contatos me interferem, simultaneamente eles me renovam... Contrapõe o dizer de maneira em que subestimo os meu interior, e consigo ver sua grandiosidade em ocultismo,
"Impacientar a calma é gostar das atribulações".
Sossego de éspirito, amofinar-se em serenidade, transpor um conjunto alienado no mundano inconsciente cego... Acendi o candeio, saí nas noites para conciliar o frio e a espinha, supremacia em sério descontrole...
Vou na cidade do pânico, sobre outonos vagarosos, e tensamentes sem frutos, o verão secou minha primavera, antes de enxugar a terra que nasce o mato, do qual seco me faz chorar da miséria e rir ao ver que todas mentiras foram plantadas nos lados que não pertenciam a eles, e vieram aqui para deixar estes restos de ignorâncias respeitáveis.
Bebeto meu chapa, você fez uma música muito bonita, "A beleza é você menina", e ela é realmente linda, por mais que zombe, e tire a sério as brincadeiras desejo-a... Com todo respeito que há tempos não sinto, você vai ser minha querida, a menina dos meus olhos.
Como espantar o mau sem cantar alguém, sem ter uma companhia, prefiro a boa prosa que uma arma, o sossego antes de uma treta, mas se quiser terei que atirar para todos lados, a mira de opinião nem isso mais tenho conseguido.
Faço minha mente de aparatos pequenos para que corte... Sinto a ignorância sem desviar dos seres e placas, ruas flageladas com meus ruídos mentais em voos, causante, dolorosa, parentescos que me abraçam, feito uma bobina de aço desgovernada rolando... Atropelando gritos, chocando-se no transformador da vida... Choque feio, estou carregado.
Humberto Fonseca
terça-feira
É uma nova absorção, êxtase, flâmula que me revigora.
fonseca's
quinta-feira
A Casa de Tarsilas
Seja liberto!
Pode brigar...
Fique á vontade.
Sem exaltar...
As destintas maripousas,
Camponesas cidadenhãs,
Violoncelas... as bandolinhas...
"carpinando as artes, plantando suas flores..."
Junte as Ámericas
Encorpore-as á Europa,
Dê-lhe um banho na Oceania,
Combine com mãe África...
"elas vão derreter Átartida..."
Senti os pólos com medo?
Na beleza milenar da Ásia.
As Tarsilas...
Rodenhas alternativas,
Quem pinta fala...
Em uma casa de mãe filha,
Abandonados Artistas,
Circundam de porta aberta,
Rindo uns dos outros,
Sem reparar... PERCEPÇÃO!
De uma vasta cultura...
A casa de Tarsilas.
Humberto C. da Fonseca
http://www.fotolog.com/bebeto_cicas


