domingo

Caminho estreito...

Caminho Largo.



Que as luzes apaguem, a miséria reluz, e tristeza é ser humano em deprimência, fantasia é imoral, a realidade constrange com seu esgotamento, o físico é contra o corpo, e o luto é início da luta, estrelas explodem aos sacríficios.
escrever essa mistura que condena ser atmosfera e ar falta os delínios de uma inconsciência quase muda. que não sabe o que fala. e fala sem reparar por que fala, diz ele mesmo que o mais natural repente é a ideologia, pois; se prestasse não atenção, segue o refrão. confiarias o que ao "maloteiro"?


a altura daquela manhã não enquanto supunha que teremos a expressão bom dia, é o mal que vós acorda. é o imprometido que causa erros. esfera os gráficos e digiturniais. quem vai ser a planaltina desse inferno e não apoteose de ciência, só acompanho o valor moral quando deixarmos de ser moralista, irreflectido e acetinado, zé bonança da música, filho de clãs machucados, é o vara-noite das enfiadas mau-dadas, "as mulheres raízes", plantadas esperam, suspiram e calam.
o trafÊgo de insolidariedades atropela valores e muito mais vidas do que a vaidade possa subestimar. o acaso de insatisfação é bem maior que o crédito concedido quando o juro da vida corre afiado por facas. nos meus delitos de luventude cabeça de piolho, 'as pedras sempre se batiam, as almas desencontravam" e os corpos que se enroscavam passavamos por cima, o arrastão da folia, "os amigos que não são amigo", as falsidades verdadeiras em raminhos de vida, criando a margem que vai derrubar o castelo de areia.
Humberto Fonseca

quinta-feira

Carta Despida

Enlinhada de madeira folhada,
Lacrada por segredos e bobagens...
Quem nunca escreveu uma carta?

Ainda não teve o prazer de receber,
Calar vendo o nome do remetente...

__ Num esperava por está! o amarelinho deixou na porta e saíu fora seguindo o trabalho... de nos deixar ...

Veio de longe...
De mão em mão...

Uma carta despida,
Altera o meu gênero,
Onde a calmaria rebate tensa...

Uma carta despida feita por ela,
Com amor, saudade, mandou beijos,
O perfume empreguinado nela.

__ Enquanto esqueço... me chega... a sua.

Tudo que me disse bate,
Vem encontrando...

Uma carta despida feita por ela,
Com amor, saudade, mandou beijos,
O perfume empreguinado nela,

Em duração....
Ao ser inspirado.

__ Foram três dias para escrever... remotamente estava maquinando desconfigurado os retrocessos das idas e vindas supostamente sem que perceba o volume que ela faz. a madrugada volta a funcionar para enviar está.

Capricha as letras,
Desenvolve uma leitura especial...
Espacial...fora deste meu comum.
" O meu apetite é um imenso prato do que me oferecem... "
As partes confundem,
Uma desordem de fala,
Um assunto por cima do outro...

__ Pergunta, volta há 5 anos... fala do futuro... vc tá namorando? ainda gosta de mim? brincadeiras e volta de volta para a volta... perguntando quando será a minha volta, é um cilclo vicioso9...rs.

De papo-amarelo dorme...
Seus olhos em mim de fora,
Esperando que eu pule,
O bote passa... atração.
Um comando intuitivo causado por...?

__ A explicação que todos procuram, gosta... não gosta? vai dar certo? acho que rola, mas...

Eu quero destrinchar muitas palavras,
Quero aprender um novo vocabulário,
Te passar o mesmo em sua saga de compromissos.

__ O homem tem que ser, um ser, capaz de ser, um novo ser, por ser, que ser homem... é ser algo de ser o saber por ser, em refletir seu ser, ter um ser em volta de você, parece ser...

Um ex'plendor contatual.

Humberto C. da Fonseca

Ler uma mensagem...

é tão importante quanto lhe dar um beijo.
é o maior negócio que posso fazer.
é a consignação. o poderio.
é o tempo necessário para descompor a minha mente.
atribulada. comprometida. falha. ilesa. pau-à-pique.

mungangas ser de mim a mim mesmo?
quem recorre a essa aflição de não conter-se?

"em resumo; ser sumário, aplicativo; é conforto."
reforçar a questão não é qualidade ao imperativo sentido do ser.
poetar maldita mente esses labirintos gravitados com personas e balalaikos rojados-fictícios, empuembricerando "ato de sujar limpando" a carne-imagem ruptura, a altuyá com farrapos, acinzentados, magrenecidos, amparados a desgraça rude, no palmo de história transformada em vida, é acabar de descrever que: o poder ofusca o brilho, "da vida, da alma e dos outros", afinal você não está só, não existe um planeta só pra ti, e morrer; socialmente, é o pior dos fracassos antes da partida, aquela que acaba de começar quando você segue sem saber onde quer ir, há momentos transitórios, vivorosos, dos quais seres humanos nunca sairão para dizer qual será o seu sentido.

Humberto Fonseca

"eu escrevo errado. errônico erro tudo, sem ser mudo e puramente burro, de palavras, de ditos, de tentar óficios, as questões, me gastam".
Ca bar

Rasga-se mundo e ch[ao,
Sião, cobra, morde...

Vingança,


O barro... É pedra que vira tijolo.
Ao vermelho...

É pedra, cisco de sabão no olho.
E como arde a vida...

Os dias... As centenas... São milhares.

Jogo gráfico. Dos rostos,
Arte restaurada... Queimados,
Sol.
Das pálpebras,
Fechadas,
O liquida.

FOTOLIPOTICULRIZADO.Mas as pedras,
Levam-se as mãos,
E o ouro é preto,
O barro é pobre,
Onde a ceifa é de todos.
Ao sangue a alma separa-se de corpos.
Mergulhados,
Na vurtez,
Sobejos do silêncio fecundo,
Ressona a palavra variante,
Longe de perceber-se com o coração,

Saltando as montanhagens.



Humberto Fonseca