sexta-feira, 29 de maio de 2009

Vasos da ignorância
a sociologia de rua é uma nascente de longos anos. percorre o mundo com suas poluições; visuais, verbais, musicais, com ou sem classicos.

vem surgindo os práticos, predestinados ao quebra, formadores de opiniões em guetos. requintados ao vil prazer desse consumo, essa cultura pendente, (paga por bolsos nas suaves prestações, informo pois que; "um país que paga pra sustentar sua cultura o que constroi?" monstros como Caetano gravando pela (Ruanet), é uma falta de opinião e de fé social que nos persegue por vizinhos e desconhecidos, seremos marginalizados, desalinalienado, fezes.
eu lavro a terra seca,
suja no íntimo,
das paradas.
cultura até que a morte seja história,
enquanto a história for cultura,
o fim da folha é o abismo do encanto,
a liturgia reengrandecida,
seus restos...
eu quero,
que as flores
que florem,
floriem,
no mei d'graxa.
corpos ao frio,
odio ao frio,
corpo ao frio,
deuses ao frio,
ao ar frio.
panelas,
quentes,
é sabor,
de bolha na mão.
... e quando um cidadão deixa de acreditar em partidos; parece então fazer aquilo onde deve ser jus ao povo, faz-se agora política.
Humberto Fonseca
"quando morrer irei dexar vários poemas, os primeiros que acharem morrerão pela desgraça, o resto logo irá de esquecer".

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um Balde de Poesia II

+ um dia - 1...
2 x 3 + 1...
Sete.

A semana CONTADA falou...
( O remoto tempo de controles em sua MÃO canaliza afluentes de BRAÇOS esticados unificando LEITOS semanalmente.)

O calendário vira as DATAS,
Criou-se a POESIA MALOQUEIRISTA,
NÃO FUNCIONA,
mais uma...REVISTA! Lasanha, Maicknuclear, mais uns...
http://www.revistalasanha.falai.net
ANTI o que? ARTE PARA QUEM AFINAL?
ZINE CONTRA! Sinfonia de Cães,
O próprio TARSO DO AMARAL...
Seguido de perto por Binho e Serginho,
Postesias... Saraus... Meninos da sul...
Para DOIS POETAS E UM CAMINHO,
Eles querem partir para o CHILE,
Para a caminhada CULTURAL.
__ ... estão recrutando pessoas para ir com eles a pé de SÃO PAULO... recebi o convite... vai?
Sônia Perreira, DINHA, BERIMBA...
Uma roda REPRESENTA Samba da Vela, na CASA...
Por INSANIDADE & POESIA, atrás de um...
Centro Independente de Cultura Alternativa e' Social.

__ Lá daria para ter ao menos um encôro, por esse ESQUADRÃO anti-morte, recentemente há muito tempo formado.
__ " Eu não PERCO... Se sobra tempo na vida, CANETA nela! ".
__ Com vcs por perto... Faço um complete as FRASES? Ou preecho as LACUNAS?
__ Há... Falei... Sim! Do balde... Um que vira caldeira, cadeira, mesa, barco, e vela á vela, sopra com remo e não ao vento, de cores primárias, secundáriando, brasileiro que esvazia profundo de balde em balde, poesia sobre poesias.
__ Sim! acho que é pouco demais... Entender tudo isto, quando?

VeRSoInVeRSoSeVeRSa,
CoRo-tREmiLíQue,
DaDOsFaNZiNiAìS.
SePaReAsSíLaBAs :


Humberto Fonseca

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O porto do pouso

a uma grande e intensa vivência por trajar-se nos aspectos da rua, em vestir-se de olhos, um relvanez militar terrivelmente abismado ao aliciar violência.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Festim

Festim






O que escrever?


quando dizer?






nem tenho falado o calor que a fria trouxe-me...
robustos fracassos
materializaram a existência.







é morrer para dar vida. aos
putos, sacristãos, irredutiveis canos na roça faccional, é ateu que não
sobreviveu a rebelião, "respeitam um monte, pensam no ontem",




  • a respeitos

que
perderam-se com terremotos,


gasturas suportadas com suas armaduras,

sendo o
rugir embaixo do mar,
será o desistir por ter a formula da ferrugem,

o gasto do
tempo contra o corpo, e você é mel,




doce.. doce... doce.


Com-Piskção

Em baixidão.
Evasivo, despreocupado,
Dentro de luares,
Nos canos ouvindo vozes...

Lugar que precisa subir,
Nos documentos sem sentido...
Em bocas dementes.

Me deparo com tentativas,
E corações pedrados,
Meu particular depedrado,
Nas janelas que me fecham,
Portas que me trincam...

Em delírio de auto-ajuda em vontade mirrada,
Contra-pratos-limpos,
Bocas sujas,
Corpos de lambujas...

Soma de réplicas,
Motanhas de vales velhos,
Vidas secas,
Almas desgastadas.

Lombos apreensivos,
De braços que raspam-se,
Na tormenta abrasiva.

"Soltai-me deles, deixe as minhas orações dentro da caixa... no breve adeus dos meus filhos."
Humberto Fonseca

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impertinente; seriamos; quando a volta honrará o fracasso. aos espalmos, espários, recitas os breves teores licôniais na ingtura, truresmiridrada da qual história faz-se a metade, o enrrolo fárundio mesticiácido.
dia 24/09 maio, inicio as 19:00 tem sarau no cicas, volta do Verbos Curtos_Viola na Vela, Elo da Corrente, Poetas Suburbanos, Poesia na Brasa, exposição de fotos da hermana Karina Meireles, escritora independente lá de Campina Grande_PB, abertura das atividades do programa VAI, lei de incentivo a cultura que vem para fortalecer os trabalhos já realizados no espaço, poesia, integração social, replicância que se faz imediata.

é o nosso reclame.
é o nosso verso travado.
orelha a orelha.
cerrando punhos.
bem vindos ou não.


o blog "O Agorismo" é mais uma produção de
© 2007 MaicknucleaR/AltacasA
Pq.Edu Chaves, S.P. Capital

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