sexta-feira

Ilusão Pós-Sobre-Viver

Hoje encontrei a decisão; o fazer impensado postou-se em insulficiência, com jus a obrigação evadiu-se dos talentos depois das mais e dos nunca a manhã transa com o céu seu corpo celeste, o sol contempla, os ventos dizem em seu assobiar excitante quais prazeres pode ser deste dia...

Quem nunca se sentiu um morto vivo? Mais pra morto certas horas! O erro é contínuo oferece opinião aos "pulsos soltos".

Certa vez um corajoso advertiu

__ A grande invenção da vida é ter sido tornado-a em sobrevivência.

De certo momento ri e disfarcei meu orgulho "eu o sou o assassínio", de não dar bandeira, senti vontade de torcer contra alguém, só que meu sangue de avarento ainda sequer existir, mas senti vontade de torcer contra alguém, não mais a favor, afinal; "quem faz favor num paga as contas", poderia ser rivais comum de uma superioridade inventiva, "ex: tipo o que deve sentir um gerente", esses capatás moderno de carteira assinada em redes de franquias gringas e produtos paralelos de um Paraguai-chinês...

Se o mesmo sol brilha pra todos; odeio descrever os que radiam, tornam-se feliz, com nariz no pó-de-arroz, isca viva nos anzóis de super cílios com bundas avantajadas, em seus meios demarcados pelo fio da meada no rego que tudo pode, "só dá há quem quer quem tudo tem!", as vezes o risco é superior a obsessões provocantes que rolamos de saber que...

Cuidado menina!
Boca fechada não entra mosca!
Festa de rato não sobra queijo.

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2
Começar o erro, além de incorreto, cuspir no prato, da "prata da casa", lambendo no chão sobre o dia cruel das cinzas, trémulo,, sem rastro onde ondas se arrastam até o luar da vida sem base, "o nosso vento rasga os mares odiosos", farei de lágrimas, (as suas por sinal), pedras que encalcam o meu chão, onde piso, não como quero, mas onde e quando ando, me sinto desfalecido entre terras e ardor fétido. Retido pelo negro céu que me esconde, esse meu olhar de chuva que não cai, desabando o ser destraído. A dor não é minhas. Mas eu a sinto. A dor é minha espada e a justiça comigo não há de se fazer. Quero covardia. Pilantragem ao encanto do corte... Merece logo um agouro finito com proximidade das perturbações, e eu posso pagar pelo meu conhecimento, além-mar, do ponto, da vista, e da merda que sou. Somente roupas é o que me pesa, minha pele está leve, não é "livre e solta", os pensamentos mentais desnuda homenagens, pesos e labirintos nativos sobre banhos de injúria, a goma de meu verbo em seu trovejar negro supõe o roubo de investigações, de temáticas (vincebianas), infestando névoas de segredos dos tesouros descobertos que nunca foram escondidos, (engraçada frase não) tripla mente ambígua), que reaparecem aos desaparecidos, é uma perca total e sentimental no golpe do viver passa e o inpensado, o desespero do esperado, sou golpe da carruagem onde meu silêncio tem que valer seu suportar.
"Quantos homens buscaram sua liberdade por força expressiva? Jogos mentais? Atropelando métodos, arcanjos, psicódelias e inventários de um imediato festim, cruzando sua realidade, disparando ser absoluto, onde a negativa é um semblante opaco... essas imagens corpóreas, persuadidas, o encontro patriarcal a seguir, onde tem-se uma tigela de sonhos que qualquer põe a mão, devolvendo a fome nossa de cada dia.

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3
Sei que meu corpo não é mais que minha mente. Só que hoje a minha mente pede... O desejo e o prazer não tem comportamento, só sei do gosto que me faz errar e sentir, a pele e o tecido me cobre, mas não consegue satisfazer a robusta exclusão de minhas superfícies provocativas.

Humberto Fonseca

nossa, faz tempo que não escrevo por aqui... esse texto vai pra menina dos "devaneios", que deixou um texto lindo em uma pequena passagem, e as vezes relembram de como é bom parafrasear com o destino.

Um comentário:

kahmei disse...

quais prazeres pode ser deste dia...

Eu quero, se meu querer valer.. de tudo um pouco
da dor ao ardor elubriante da irrealidade dos meu pensamentos; com prazer e comportamento tecemos uma estética insolúvel a nossa fome!

Sinto falta de textos
Poesia e da loucura;
Como dizem sobre o nosso tempo, não podemos entende-lo até assumirmos a loucura de vivermos nele...

Paz e amor brother!